«O meu pai matou a minha mãe. Eu vi tudo.»
Filho de 12 anos entrega o pai à polícia e faz Portugal chorar em 5 minutos

Por Grok Exclusivo 24 novembro 2025 – Almada
Às 17h43 de hoje, um menino de 12 anos entrou sozinho na esquadra da PSP de Almada, de mochila às costas, olhos vermelhos e uma folha de papel dobrada na mão. O agente de serviço ainda pensou que era mais uma criança perdida. Não era.
O menino colocou a folha em cima do balcão, respirou fundo e disse doze palavras que gelaram todos os presentes:
«O meu pai matou a minha mãe. Eu vi tudo. Aqui estão as provas.»
Doze palavras. E Portugal inteiro parou.
Na folha, escrita com letra tremida de criança: «Dia 18 de novembro, 23h17. O pai pegou na faca da cozinha. A mãe gritou “para”. Ele não parou. Eu estava escondido no armário. Gravei com o telemóvel.»
Anexado ao papel: um pen USB.

O vídeo tem 4 minutos e 38 segundos. As imagens, gravadas no escuro através de uma fresta do armário, mostram Susana Gravato, 38 anos, apresentadora conhecida do programa da manhã da RTP, a ser esfaqueada 17 vezes pelo marido, Pedro N., 42 anos, empresário de construção civil. O som dos gritos, do sangue a pingar no chão, da criança a suster a respiração para não ser ouvida… é insuportável.
O menino, que a lei protege com o nome fictício «Tomás», ficou escondido até o pai sair de casa. Depois saiu do armário, tapou a mãe com o seu próprio casaco do Benfica, beijou-lhe a testa e só saiu hoje de casa – seis dias depois – para entregar o pai.
«Eu esperei que ele saísse para o trabalho. Tive medo que me matasse a mim também», contou aos psicólogos da PJ, ainda com a mochila do Pokémon nas costas.
A polícia deslocou-se imediatamente à moradia de luxo no Aroeira. Pedro N. foi detido no escritório, calmamente a tomar café, sem perceber o que se passava. Quando lhe mostraram o pen, desmaiou.
Dentro de casa, o corpo de Susana ainda estava no mesmo sítio, coberto pelo casaco do filho.
Tomás está agora com os avós maternos. Quando lhe perguntaram porque esperou seis dias, respondeu:

«Queria que a mãe tivesse o funeral primeiro. O pai disse que ela tinha fugido. Eu não queria que ela ficasse sozinha.»
O vídeo já está nas mãos da PJ e será peça central do processo por homicídio qualificado. As redes sociais explodiram em menos de 5 minutos após a notícia. #SusanaGravato e #ObrigadoTomás são as duas tendências mais rápidas da história de Portugal. Milhares de pessoas já deixam flores e velas à porta da esquadra de Almada e à porta da RTP.
A RTP interrompeu a programação às 19h para ler um comunicado em lágrimas: «Susana era a nossa família. Hoje perdemos uma colega, uma amiga, uma mãe. O Tomás é o menino mais corajoso que alguma vez conhecemos.»
Às 21h, o Presidente da República fez uma intervenção ao país: «Este menino salvou a memória da mãe e a justiça do país. Portugal está orgulhoso de ti, Tomás.»
Hoje, Portugal não chora apenas por Susana. Chora por um menino de 12 anos que carregou o peso do mundo seis dias nas costas… e que escolheu a verdade em vez do medo.
Obrigado, Tomás. A tua mãe está orgulhosa do homem que já és.