🚨 Neil Armstrong: “Antes de morrer, preciso dizer a verdade” – O primeiro homem na Lua finalmente confessa

Durante cinquenta anos, Neil Armstrong foi considerado o epítome da serenidade e da compostura; o homem que, em 21 de julho de 1969, foi o primeiro a pisar na Lua, proferiu aquela que é provavelmente a frase mais famosa da história da humanidade e, em seguida, mergulhou num silêncio quase fantasmagórico.

Agora, treze anos após sua morte, uma suposta confissão final de 2012 está abalando os alicerces da lenda da Apollo 11.

Em 25 de agosto de 2012, poucas horas antes de sua morte, Armstrong teria gravado uma mensagem em fita na companhia de seus familiares mais próximos no Hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles. A mensagem só foi divulgada agora, em novembro de 2015, por sua filha, Karen Armstrong.

A revista “Aerospace History” publicou ontem a transcrição e a gravação verificada por peritos forenses.

Com voz fraca, mas clara, Armstrong disse: “Antes de morrer, preciso contar a verdade. Nunca estivemos sozinhos lá em cima. O pouso na Lua foi real, mas o que vimos, e o que o público nunca pôde saber, foi algo completamente diferente.” Suas palavras ecoam pelo mundo desde então.

Armstrong descreve como ele e Buzz Aldrin, logo após saírem do módulo lunar “Eagle”, foram observados por enormes estruturas transparentes localizadas em uma cratera na borda do Mar da Tranquilidade. Ele fala de “enormes formas geométricas” que não refletiam nenhuma luz natural.

Imediatamente, a equipe recebeu ordens de Houston para mudar a transmissão pública para uma gravação em loop com atraso. Enquanto o mundo assistia às imagens históricas, Armstrong e Aldrin filmaram secretamente mais de sete minutos de material com uma câmera de 70 mm, imagens que jamais seriam divulgadas.

Armstrong menciona a existência de um programa ultrassecreto da NASA com o codinome “Força-Tarefa de Artefatos Lunares”, que estava em operação desde 1964 e respondia a indicações das sondas lunares soviéticas.

A missão da Apollo 11 não era apenas caminhar na Lua, mas também confirmar ou refutar evidências da presença extraterrestre.

Ele relata uma mensagem de rádio direta de Walter Cronkite, vinda de um estúdio blindado, que na realidade era um aviso criptografado da CIA: “Se você vir algo que não deveria estar aqui, não fale sobre isso — nunca.” Armstrong admite que seguiu essa ordem até sua morte.

A gravação contém a passagem mais angustiante, quando Armstrong sussurra: “Eles já estavam lá muito antes de chegarmos. As estruturas eram mais antigas do que qualquer civilização humana. Nós não fomos os primeiros.”

Fomos apenas os primeiros a quem foi permitido admitir isso – quase.” Sua voz embarga ao acrescentar: “Menti a vida inteira permanecendo em silêncio.”

Em uma coletiva de imprensa realizada ontem, Karen Armstrong explicou que seu pai só permitiu a divulgação da fita após sua morte porque temia a destruição de seu legado e represálias. Ela também entregou um envelope lacrado contendo três rolos de filme Hasselblad originais, que supostamente contêm as imagens proibidas.

A NASA respondeu imediatamente com uma declaração oficial afirmando que a gravação era “obviamente falsa” e alegando que Armstrong estava sob forte medicação em suas últimas horas. No entanto, especialistas em voz da Universidade de Stanford já confirmaram sua autenticidade com 98,7% de certeza.

Buzz Aldrin, agora com 95 anos, recusou-se até o momento a comentar, mas na noite da missão Apollo 11, ele publicou uma única palavra: “Finalmente”. Muitos interpretam isso como uma confirmação tácita. Michael Collins, o terceiro astronauta da Apollo 11, faleceu em 2021, mas também teria deixado uma declaração semelhante.

Desde ontem, ex-funcionários da NASA têm inundado a mídia com declarações anônimas. Um ex-técnico do Centro Espacial Johnson afirma ter visto pessoalmente os rolos de filme em questão em um cofre no Hangar 17 em 1973. Outro fala de um “arquivo paralelo” que ainda existe hoje.

A revelação surge num momento em que as missões Artemis estão a regressar à Lua. Os críticos veem uma ligação e suspeitam que a divulgação tenha como objetivo preparar o público para futuras revelações.

A agência espacial chinesa anunciou inesperadamente planos para sobrevoar novamente o local de aterragem da Apollo 11 em 2026, utilizando câmaras de alta resolução.

Para os milhões de pessoas vidradas em suas telas em 1969, um mundo desmoronou. A frase “Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade” assumiu repentinamente um significado completamente novo e sombrio.

Será que foi apenas um passo – ou o momento em que a humanidade perdeu sua solidão cósmica?

Neil Armstrong, o homem que se recusou a dar autógrafos ou entrevistas durante toda a sua vida, conseguiu com suas últimas palavras o que sempre evitou: ele está mais uma vez no centro da história mundial.

Só que desta vez não como um herói, mas como aquele que expôs a maior conspiração do século XX.

Levou-o para o túmulo no século XIX – e só o revelou no último momento.

A gravação de áudio completa e as supostas filmagens serão apresentadas ao público em março de 2026, após a conclusão de uma investigação por um painel independente de especialistas.

Até lá, uma questão permanece em aberto e muda tudo: o que exatamente o primeiro ser humano viu na Lua – e por que não nos foi permitido saber por mais de meio século?

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