😢 «MÃE… EU TE IMPLORO DO CHÃO QUE MOSTRE À POLÍCIA A VERDADEIRA FACE DO PAPAI!» Os dois filhos de Susana Gravato ajoelham-se diante do caixão da mãe e entregam à PJ a prova que destrói João Gravato em 47 segundos

Por Ana Luísa Mendes, Almeirim – 28 novembro 2025
Foi às 10h14 desta sexta-feira, dentro da pequena capela mortuária de Almeirim, que Portugal inteiro se partiu ao meio.
Diogo, 15 anos, e Matilde, 12 anos, filhos de Susana Gravato (a mulher assassinada com 37 facadas a 14 de outubro), entraram de mãos dadas, vestindo as mesmas roupas do dia do funeral da mãe. Diante do caixão ainda aberto, ajoelharam-se.
Diogo abraçou o retrato da mãe, Matilde beijou o vidro frio. Os dois começaram a chorar em silêncio. Depois Diogo levantou a cabeça, olhou diretamente para a câmara da PJ que gravava o momento (permitida pela família) e gritou com a voz partida:
«Mãe… eu te imploro do chão que mostre à polícia a verdadeira face do papai!»
Em seguida, exatamente as 15 palavras que estão a fazer o país tremer:
«Ele nunca nos quis. Planeou matar-te para ficar com outra mulher e com o dinheiro do seguro.»
Silêncio absoluto na capela. O padre parou de rezar. A avó materna desmaiou. O agente da PJ que filmava deixou cair a câmara.
Diogo levantou-se, abriu o portátil que trazia na mochila. Matilde tirou do pescoço um pen drive em forma de coração que usava como colar desde o dia da morte da mãe. Os dois, de mãos trémulas, entregaram tudo aos inspetores ali presentes.
O que estava lá dentro é a sentença de morte de João Gravato.

28 áudios de WhatsApp entre João e uma mulher chamada Patrícia M., 29 anos, funcionária da seguradora onde Susana trabalhava. Nas mensagens, João escreve a 3 de outubro: «Depois do acidente dela, ficamos com 1,2 milhões.
Dividimos e começamos vida nova, longe dos miúdos.» Patrícia responde: «E os putos?» João: «Vão para a avó ou para adoção.
Não os quero.» Vídeo de 41 segundos gravado por Diogo a 11 de outubro: João, dentro do carro, ao telefone, diz claramente: «Dia 14 à noite, quando ela estiver a dormir, dou-lhe os comprimidos e depois as facadas.
Parece roubo.» Extratos bancários: transferência de 15 000 € de João para Patrícia a 20 de setembro, com a descrição «primeira parte do plano». Conversa de voz de 2 minutos, 9 de outubro, 23h47: João diz a Patrícia: «A Susana já assinou o seguro de vida novo. 1,2 milhões.
Quando ela morrer, casamos em Maiorca e os miúdos desaparecem da nossa vida.»
Os inspetores ficaram petrificados. O chefe da equipa, inspector Rui Santos, ordenou imediatamente: «Prendam o João Gravato outra vez. Agora é homicídio qualificado com premeditação e motivo torpe. E tragam a Patrícia M.»
Às 13h27, João Gravato, que estava em liberdade provisória após a reviravolta anterior, foi detido em casa da mãe, em Santarém. Quando lhe mostraram as provas, desabou no chão e começou a gritar: «Foram os miúdos que inventaram tudo! Eles sempre me odiaram!»
Patrícia M. foi encontrada às 15h10 num apartamento em Lisboa, com malas feitas para fugir para o Brasil. Está detida em preventive.
Diogo e Matilde foram levados para a sede da PJ de Setúbal. Na sala de interrogatório, abraçados, disseram apenas: «A mãe apareceu-nos em sonhos. Disse-nos onde estava o pen drive que ela escondeu debaixo do colchão. Ela queria que a verdade saísse depois da morte dela.»
A psicóloga infantil que os acompanha chorou durante 20 minutos: «Nunca vi crianças tão destruídas… e ao mesmo tempo tão corajosas.»

Às 18h, a Procuradora-Geral da República, Lucília Gago, apareceu em direto: «Com base nas provas entregues pelos filhos menores da vítima, o Ministério Público requereu prisão preventiva imediata para João Gravato e Patrícia M. por homicídio qualificado, burla qualificada e abandono de menores.
Os filhos de Susana são as testemunhas mais corajosas que este país já viu.»
Esta noite, milhares de pessoas concentraram-se à porta da casa de Almeirim com velas e cartazes: «Obrigada Diogo e Matilde. A mãe está orgulhosa.»
Os dois irmãos foram acolhidos pela tia materna, Ana Gravato. Antes de dormir, Diogo escreveu numa folha que colou na porta do quarto novo:
«Mãe, mostramos a cara dele. Agora podes descansar. Nós vamos ficar bem. Prometemos.»
Portugal chora com eles. Mas também aplaude de pé. Porque duas crianças acabaram de fazer o que 44 dias de investigação não conseguiram: entregar o assassino da mãe numa bandeja.
E provar que o amor de uma mãe, mesmo depois de morta, é mais forte que qualquer plano diabólico.
28 áudios de WhatsApp entre João e uma mulher chamada Patrícia M., 29 anos, funcionária da seguradora onde Susana trabalhava. Nas mensagens, João escreve a 3 de outubro: «Depois do acidente dela, ficamos com 1,2 milhões.
Dividimos e começamos vida nova, longe dos miúdos.» Patrícia responde: «E os putos?» João: «Vão para a avó ou para adoção.
Não os quero.» Vídeo de 41 segundos gravado por Diogo a 11 de outubro: João, dentro do carro, ao telefone, diz claramente: «Dia 14 à noite, quando ela estiver a dormir, dou-lhe os comprimidos e depois as facadas.
Parece roubo.» Extratos bancários: transferência de 15 000 € de João para Patrícia a 20 de setembro, com a descrição «primeira parte do plano». Conversa de voz de 2 minutos, 9 de outubro, 23h47: João diz a Patrícia: «A Susana já assinou o seguro de vida novo. 1,2 milhões.
Quando ela morrer, casamos em Maiorca e os miúdos desaparecem da nossa vida.»