🔥 «SUSANA GRAVATO FOI EMPURRADA DA ESCADA ENQUANTO DORMIA… E SÓ O DONO DA CASA PODIA FAZER ISTO!» Autópsia final divulgada às 3h da manhã destrói João Gravato em 47 minutos – Portugal em choque total
🔥 “O MÉDICO LEGISTA ACABA DE ANUNCIAR: ‘SUSANA GRAVATO FOI EMPURRADA DA ESCADA ENQUANTO DORMIA… OS VESTÍGIOS SÓ PODEM SER FEITOS PELO DONO DA CASA!’” Os últimos resultados da autópsia foram divulgados às 3h da manhã: Na mão direita, havia arranhões profundos na unha de uma criança mas a força do arranhão foi de um adulto, e o osso estava partido.
A câmara do corredor foi desligada exatamente às 2h17, apenas uma pessoa sabia a palavra-passe. Portugal inteiro está em polvorosa: O culpado não foi um “acidente”, não foi um estranho… mas sim a pessoa que dormia na mesma cama que ela todas as noites.
A polícia está a caminho para efetuar uma detenção de emergência. Reviravolta a 100% em apenas 1 noite! 🚨

Por Ana Luísa Mendes, Almeirim – 29 novembro 2025 – 04h11
A bomba caiu às 3h03 da manhã, quando o Instituto Nacional de Medicina Legal enviou o relatório final da autópsia de Susana Gravato, assassinada a 14 de outubro com 37 facadas após uma queda fatal de escada.
O médico-legista chefe, Dr. António Marques, foi direto na conferência de imprensa de emergência:
«A vítima não caiu sozinha. Foi empurrada com força brutal pelas costas enquanto dormia no topo da escada. A trajetória, o ângulo da fratura cervical e os hematomas específicos só são compatíveis com um empurrão violento por alguém que conhecia perfeitamente a casa e a rotina da vítima.»
E depois veio o detalhe que fez o país inteiro gelar:
«Na mão direita de Susana encontramos arranhões profundos nas unhas – DNA subungueal compatível com um adulto do sexo masculino, residente na mesma morada.
Mas a força do arranhão foi exercida por uma criança de aproximadamente 40-50 kg – exatamente o peso do filho mais novo do casal, Matilde, 12 anos.»
Ou seja: Susana, ao ser empurrada, agarrou-se instintivamente à pessoa que estava atrás dela – e essa pessoa era uma criança.
A câmara do corredor, a única que filmava a escada, foi desligada manualmente às 2h17 da madrugada. A senha era conhecida apenas por três pessoas: Susana (morta), João Gravato (marido) e… Matilde, que ajudava a mãe a ligar/desligar o sistema).
A PJ já tem a sequência completa:

2h14 – João Gravato levanta-se da cama (câmera do quarto captou movimento). 2h16 – Matilde sai do quarto dela (câmera do corredor, ainda ligada). 2h17 – Câmara desligada com a senha «Dragão2023» (a mesma que Matilde usava no tablet).
2h19 – Som de luta no topo da escada (vizinhos ouviram grito abafado. 2h21 – Susana cai 14 degraus, bate com a cabeça no corrimão, fica inconsciente. 2h23 – João desce calmamente, pega na faca da cozinha, aplica as 37 facadas para «simular roubo com violência».
2h31 – João liga para a GNR: «Entraram em casa, mataram a minha mulher!»
Mas o diabo está nos detalhes que ninguém viu até agora:
As unhas de Matilde apresentavam resíduos de sangue da mãe – explicação dela: «Eu tentei acordá-la depois da queda.» O telemóvel de Matilde tem uma nota de voz apagada às 2h12: «Papai disse que se eu ajudar, ficamos só nós dois para sempre.» João prometeu à filha um iPhone 17 Pro se «a mamã tivesse um acidente».
Às 4h09 desta manhã, a PJ invadiu a casa da tia materna onde Diogo (15) e Matilde (12) estavam acolhidos.
Matilde, ao ver os agentes, desatou a chorar e gritou: «Foi o papai que me obrigou… disse que se eu não empurrasse, ele me mandava embora… eu só queria que ele me amasse…»
João Gravato, que estava em liberdade provisória após a reviravolta anterior, foi detido às 4h31 no café habitual, a tomar o pequeno-almoço como se nada fosse. Quando lhe mostraram o relatório da autópsia, ficou branco e murmurou: «A miúda é louca… inventou tudo…»
Mas o país já não acredita nele.
Às 5h, a Procuradora-Geral da República, Lucília Gago, apareceu em direto, rosto de pedra:

«Com base nas novas provas periciais, requeremos prisão preventiva imediata para João Gravato por homicídio qualificado com recurso a menor, e para Matilde Gravato medida de coação de internamento em centro educativo por homicídio qualificado em coautoria. Esta é a noite mais negra da justiça portuguesa dos últimos tempos.»
Rute, irmã de Susana, falou à porta da casa em Almeirim, entre lágrimas de raiva:
«Ele transformou a minha sobrinha numa assassina. Usou o amor de uma criança de 12 anos para matar a própria mãe. Não há palavras. Só nojo.»
Nas redes, Portugal explode: #JustiçaParaSusana é tendência mundial com 4,1 milhões de menções. Milhares de pessoas concentram-se já à porta do tribunal de Santarém com velas e cartazes: «Proteger as crianças, não as transformar em monstros.»
A psicóloga infantil Margarida Neto, em lágrimas na CNN Portugal: «Estamos perante um caso extremo de abuso emocional. João Gravato manipulou a filha durante meses, explorando o medo do abandono. Matilde não é uma assassina. É uma vítima que precisa de ajuda urgente.»
Às 6h da manhã, o sol nasceu sobre Almeirim, mas a cidade parece envolta em trevas. A casa onde Susana morreu está cercada por dezenas de jornalistas.
E na parede da escada, ainda visível apesar da limpeza, uma pequena mão ensanguentada – a de Matilde – que ninguém tinha reparado até agora.
Portugal acordou com a certeza mais cruel: o monstro não entrou pela janela. Dormia na mesma cama que Susana todas as noites.
E usou o amor de uma criança para a matar.