Aventure-se no reino sombrio dos encontros alienígenas e das conspirações proibidas, onde cada segredo espreita além dos limites da percepção.

Nas profundezas da noite de 22 de novembro de 2025, milhares de brasileiros pararam diante das telas quando o Ministério da Defesa liberou, pela primeira vez na história, 47 minutos de gravações brutas da Força Aérea Brasileira capturadas sobre o céu do Amazonas.

Os vídeos mostram objetos luminosos em formação triangular que realizam manobras impossíveis a 28 mil km/h, sem deixar assinatura térmica.

O que parecia mais um caso de OVNIs ganhou contornos assustadores quando, três dias depois, o ex-analista da FAB conhecido apenas como “Corvo-7” vazou documentos internos que apontam para uma operação secreta chamada Protocolo Érebo, criada em 1986 após a Noite Oficial dos OVNIs.

Os arquivos revelam que, desde o caso Varginha em 1996, o Brasil mantém um acordo sigiloso com uma entidade não-humana chamada “Os Guardiões da Chama Verde”. Em troca de silêncio absoluto, o país receberia tecnologia de antigravidade e cura de doenças degenerativas.

A contrapartida seria permitir a coleta de material genético em áreas remotas da Amazônia. Moradores de comunidades ribeirinhas relatam há décadas luzes que descem sobre as árvores e pessoas que acordam com marcas triangulares no corpo, sem lembrar do que aconteceu.

Em 2023, o whistleblower americano David Grusch chocou o Congresso dos EUA ao afirmar que o governo possui naves e corpos não-humanos. Poucos sabem que ele citou o Brasil como um dos cinco países que participam do programa de recuperação desde os anos 1940.

Um relatório classificado da CIA, vazado em outubro de 2025, menciona explicitamente o “Incidente de Colares 2.0”, ocorrido em maio deste ano na ilha paraense, onde 312 pessoas foram internadas com queimaduras de radiação após avistarem esferas metálicas que emitiam feixes de luz verde.

Testemunhas juram que viram seres altos, de pele cinza-prateada e olhos negros enormes, caminhando entre as casas. O Hospital Regional de Colares foi colocado em quarentena por 48 horas e todos os prontuários desapareceram.

Um médico que tentou falar com a imprensa foi encontrado morto em circunstâncias suspeitas três semanas depois. A versão oficial fala de “ataque de abelhas africanizadas”, mas fotos de queimaduras em padrão geométrico circularam na deep web antes de serem apagadas.

No interior do Pará, a Base Aérea de Anápolis abriga o SIOANI, Sistema Integrado de Observação Aeroespacial Não Identificada, que opera em sigilo absoluto. Um ex-piloto da FAB, hoje aposentado, revelou em anonimato que em 2019 perseguiu um objeto discoidal que desapareceu dentro de uma montanha na Serra do Cachimbo.

Dias depois, o local foi cercado por tropas americanas e brasileiros usando trajes de proteção nível 4. Caminhões saíram carregados com caixas metálicas refrigeradas.

O fenômeno mais perturbador ocorreu em 14 de novembro de 2025, quando o céu de São Paulo ficou completamente escuro por 11 minutos às 19h43. Milhares de vídeos mostram uma estrutura negra gigantesca, em forma de bumerangue, cobrindo o sol. A Eletropaulo registrou pico de energia nunca explicado.

No mesmo instante, o radar do CINDACTA I perdeu 87% dos sinais de voo. A explicação oficial foi “falha simultânea de satélites”, mas astrônomos amadores capturaram a mesma sombra sobre Buenos Aires e Montevidéu.

Nas redes, o perfil anônimo “Arquivo Proibido Brasil” publicou um áudio de 42 segundos supostamente gravado dentro da base de Alcântara, onde uma voz em português com sotaque estranho diz: “A colheita está próxima. Os marcados serão levados quando a terceira lua sangrar”.

O áudio foi analisado por peritos e não apresenta sinais de manipulação. Desde então, o perfil desapareceu e quem baixou o arquivo relata sonhos recorrentes com olhos negros e salas brancas sem portas.

No Triângulo das Bermudas brasileiro, entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, desaparecimentos aumentaram 340% em 2025. Pescadores relatam portais de luz azul que surgem no mar e engolem embarcações inteiras.

Um sobrevivente de Alto Paraíso de Goiás afirma ter sido levado para dentro de uma nave onde viu humanos e seres híbridos trabalhando juntos. Ele voltou 18 dias depois com cabelo completamente branco e falando uma língua desconhecida que durou exatamente 72 horas.

O padre exorcista da Arquidiocese de Aparecida, que pediu anonimato, confirmou ter atendido 27 casos de possessão relacionados a contatos com “seres das estrelas” só neste ano. Segundo ele, as entidades se apresentam como “anjos da nova era”, mas deixam marcas de queimadura em forma de cruz invertida.

O Vaticano, silenciosamente, enviou uma equipe do Serviço de Inteligência da Santa Sé ao Brasil em setembro.

Enquanto o governo nega tudo, imagens de satélite da empresa Maxar, vazadas em 20 de novembro, mostram uma estrutura circular perfeita de 3 km de diâmetro na Floresta Amazônica, perto de São Gabriel da Cachoeira. A área está sob controle militar desde 2022.

Indígenas Yanomami contam que os “homens de metal” descem das estrelas e levam crianças que nunca mais voltam.

A verdade, cada vez mais, parece escapar pelos dedos. Documentos, testemunhas, vídeos e corpos desaparecem tão rápido quanto surgem. O que resta é a sensação de que algo muito maior está em movimento, algo que observa, coleta e espera.

Quando a terceira lua sangrar, talvez não tenhamos mais escolha senão olhar para o céu e perguntar quem realmente manda neste planeta.

Porque, no fundo, o maior segredo talvez não seja que eles existem. É que eles nunca foram embora.

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