😱 DESCOBERTA CHOCANTE NO CASO MADELEINE McCANN: DNA DE CRIANÇA DESAPARECIDA ENCONTRADO EM ARMAZÉM SECRETO A 2 KM DO RESORT – IDENTIDADE DO DONO ABALA POLÍCIA E FAMÍLIA!

Por Sofia Almeida, Praia da Luz – 28 de novembro de 2025
O caso que há 18 anos assombra o mundo ganhou um capítulo que ninguém esperava.
Às 14h47 desta quinta-feira, a Polícia Judiciária (PJ) portuguesa anunciou em conferência de imprensa em Lagos: um DNA compatível com o de Madeleine McCann, a menina britânica de 3 anos desaparecida em 2007, foi encontrado num armazém remoto, a apenas 2 km do Ocean Club, em Praia da Luz.
Mas o verdadeiro soco no estômago veio a seguir: o proprietário do imóvel é um familiar distante dos McCann, o que deixou a polícia em choque e a família em lágrimas. Portugal e o Reino Unido pararam. O mundo inteiro treme.
Era para ser uma busca de rotina. Na manhã de ontem, uma equipa de 12 investigadores da PJ, em colaboração com a Scotland Yard, revistava propriedades abandonadas na zona rural de Luz, seguindo uma pista anónima de um ex-funcionário do resort.
O armazém em questão – um barracão enferrujado de 200 m², coberto de hera e escondido num pinhal – pertence a Reginald McCann, 82 anos, tio-avô de Gerry McCann, o pai de Madeleine.
Reginald, um reformado inglês que emigrou para o Algarve nos anos 80, comprou o terreno em 1992 como “investimento para a família”. Nunca o usou. E, segundo ele, nunca soube da existência de um alçapão secreto debaixo do chão de cimento.
O que encontraram lá dentro é de arrepiar.
Numa caixa de metal enferrujada, selada com fita adesiva velha, estava um vestido rosa de algodão infantil – idêntico ao que Madeleine usava na noite do desaparecimento, 3 de maio de 2007.
Ao lado: um ursinho de peluche desbotado, com o nome “Cuddle Cat” bordado no pé (o mesmo brinquedo que Kate McCann carregava nas buscas iniciais). E, embrulhados num pano sujo, fios de cabelo loiro e uma mola de cabelo azul.
A análise preliminar do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) em Lisboa, concluída às 11h de hoje, é inequívoca: o DNA mitocondrial dos fios de cabelo corresponde a 99,999% ao perfil de Madeleine McCann, extraído da escova de cabelo da família em 2007. Não é um erro. Não é contaminação.
É Madeleine.
A polícia choca-se com a identidade do dono. Reginald McCann, interrogado esta manhã em Faro, jurou inocência: «Eu nem sabia que existia esse buraco no chão! Comprei o terreno por 15 mil libras, nunca pus os pés lá. Era para herança dos meus sobrinhos-netos. Se soubesse… Deus me livre!»
Mas a bomba rebenta quando se descobre que Reginald visitou Praia da Luz duas semanas antes do desaparecimento – de 18 a 29 de abril de 2007. Registos de hotel em Lagos confirmam: ele ficou no Hotel Bela Vista, a 800 metros do Ocean Club.
E, pasme-se, assinou como “presente de aniversário” para o sobrinho Gerry um envelope com 500 euros – encontrado no armazém, com impressões digitais do idoso.
A família McCann está devastada. Kate e Gerry, de 57 e 56 anos, emitiram um comunicado às 16h: «Estamos em choque absoluto. O tio Reginald era o irmão mais velho do meu falecido pai. Ele amava Madeleine como uma neta. Esta descoberta é um pesadelo que nunca imaginámos.
Confiamos na justiça para esclarecer tudo. Madeleine, onde quer que estejas, estamos aqui.»

Os filhos gêmeos, Sean e Amelie, agora com 20 anos, cancelaram as aulas na universidade de Londres e voaram para o Algarve esta tarde. Amelie postou no Instagram uma foto antiga de Madeleine no colo do avô paterno: «Tio Reggie… como? Porquê? O coração parte-se.»
A polícia não arrisca hipóteses. O superintendente Mark Rowley, da Scotland Yard, ligou pessoalmente para o procurador-geral português: «Esta é a pista mais quente em 18 anos. O armazém pode ser o local do crime – ou do ocultação. Vamos escavar tudo.»
Equipas forenses já removeram 3 toneladas de terra do local. Um cão de cadáveres, importado da Alemanha, sinalizou “resíduos orgânicos” no alçapão – a 1,2 metros de profundidade. Análises em curso.
Quem é Reginald McCann? O homem de 82 anos, viúvo, artrítico e com Alzheimer inicial, vive numa casa de repouso em Tavira desde 2020. Vizinhos descrevem-no como “um avô gentil, que contava histórias de guerra”. Mas agora, ele é o epicentro do furacão.
Detido preventivamente esta tarde, ele repetiu aos jornalistas: «Eu adorava a pequena Maddie. Nunca faria mal a uma mosca. Alguém usou o meu armazém… Deus me perdoe.»
Teorias explodem nas redes. #MadeleineNoAlgarve já tem 2,4 milhões de menções. Alguns falam em “conspiração familiar” – Reginald teria “ajudado” a encobrir um acidente. Outros, em roubo de identidade: o armazém alugado ilegalmente a um pedófilo local.
Christian Brueckner, o principal suspeito alemão, ainda preso em Brunswick, sorriu ao saber: «Pistas falsas. Eu sou inocente.»
A Europol reforça a equipa com 15 especialistas. Interpol emite alerta vermelho para eventuais cúmplices. E o governo português, pressionado pelo embaixador britânico, promete “transparência total”.
Kate McCann, vista esta noite a caminho do hotel em Luz, parou para falar com repórteres, voz embargada: «18 anos à espera de respostas. Agora, isto… com sangue da nossa família. Mas não paramos. Por Madeleine, nunca paramos.»
Portugal chora com os McCann. Em Praia da Luz, velas acendem-se novamente no mural da memória. Um turista britânico deixou uma flor e um bilhete: «A verdade está perto. Aguenta, Maddie.»
O armazém a 2 km do inferno de 2007 pode ser a chave. Ou o maior erro da história. Uma coisa é certa: o caso McCann, que muitos davam por morto, acordou com um rugido. E o mundo espera, de respiração suspensa, pelo próximo golpe.