🔥 “MENINO DE 12 ANOS CONTINUA A APRESENTAR PROVAS CONTRA O PAI” O menino entrou sozinho na esquadra, abriu o telemóvel e mostrou vídeos gravados secretamente: Susana Gravato coberta de sangue, os seus gritos abafados, o pai a arrastá-la pelos cabelos. Com a voz trémula, proferiu 12 palavras que chocaram todo o Portugal.

🔥 “MENINO DE 12 ANOS CONTINUA A APRESENTAR PROVAS CONTRA O PAI” O menino entrou sozinho na esquadra, abriu o telemóvel e mostrou vídeos gravados secretamente: Susana Gravato coberta de sangue, os seus gritos abafados, o pai a arrastá-la pelos cabelos.

Com a voz trémula, proferiu 12 palavras que chocaram todo o Portugal.

Por Ana Rita Costa, Santarém, 26 de novembro de 2025

«Eu gravei tudo porque queria que o mundo visse que ele a matou.» Doze palavras. Apenas doze palavras ditas por um menino de 12 anos, de olhos vermelhos e voz partida, que fizeram Portugal parar de respirar na tarde de segunda-feira.

Tomás (nome fictício para proteger a identidade), filho único de Susana Gravato, a mulher de 38 anos assassinada a 14 de outubro em Almeirim, entrou sozinho na esquadra da PSP de Santarém às 16h47, pediu para falar com o comandante e, sem chorar, abriu o telemóvel.

Nos 47 vídeos guardados numa pasta chamada “Provas”, vê-se o inferno doméstico que ninguém ousava imaginar: Susana de joelhos, rosto desfeito, sangue a escorrer do nariz enquanto o marido, o sargento da GNR João Gravato, 41 anos, a arrasta pelos cabelos pela sala de estar; Susana a tentar proteger a cabeça com os braços enquanto é pontapeada nas costelas; Susana a sussurrar «Por favor, para, o Tomás está a ver»… e a resposta dele, fria: «Ele que aprenda a não se meter».

A coragem do menino está a destruir a fachada de «homem exemplar» que João Gravato construiu durante anos. O sargento, condecorado em 2022 por «serviço distinto» na GNR de Santarém, foi preso preventivamente há seis semanas por homicídio qualificado, mas sempre negou a violência sistemática.

Dizia que Susana «caiu da escada», que «se magoava sozinha», que «era depressiva». Agora, os vídeos de Tomás desmontam a mentira frame a frame.

O primeiro vídeo é de 12 de março de 2025. Tomás, escondido atrás do sofá, filma com o telemóvel antigo da mãe. Ouve-se Susana a gritar «Deixa-me respirar!» enquanto João a sufoca com uma almofada. O menino aproxima o zoom: vê-se o rosto da mãe a ficar roxo.

O vídeo seguinte é de 2 de junho: Susana tem o braço partido, tenta fugir para a cozinha, João agarra-a pelo pescoço e atira-a contra o frigorífico. Tomás escreveu na legenda do ficheiro: «Hoje partiu-lhe o braço. Ela chorou a noite toda.» Há dezenas de gravações assim.

Algumas duram 30 segundos, outras quase 10 minutos. Em todas, a mesma frase sussurrada por Susana: «Filho, não saias do quarto.» Mas Tomás saía. E gravava. Porque «alguém tinha de mostrar a verdade».

Susana Gravato O que acontece agora ao filho? Especialista explica: "Pena  máxima..." - Impala

Na esquadra, quando o agente de serviço perguntou «Porque não contaste antes?», o menino respondeu, sem pestanejar: «Porque ele dizia que se eu abrisse a boca, matava-a a ela e depois a mim.»

As 12 palavras que chocaram Portugal foram ditas logo a seguir, olhando diretamente para o comandante da PSP: «Eu gravei tudo porque queria que o mundo visse que ele a matou.»

Os vídeos foram imediatamente entregues à PJ de Setúbal. Peritos forenses confirmam que são autênticos, sem edição, com data e hora intactos.

Um deles, gravado na noite de 13 de outubro (24 horas antes do assassinato), é o mais perturbador: Susana está sentada no chão da cozinha, lábios rebentados, olho negro, e sussurra para a câmara que Tomás escondeu debaixo da mesa: «Se eu desaparecer, foi ele. Guarda isto, meu amor.

Um dia mostras ao mundo.» No fundo, ouve-se João Gravato a gritar do quarto: «Amanhã acabo com isto de uma vez!» Menos de 24 horas depois, Susana era encontrada morta na banheira, com 37 facadas e sinais de estrangulamento. A versão oficial do marido: «Suicidou-se.»

Tomás vive agora com os avós maternos, em Abrantes. Recusa-se a ver o pai, mesmo em visitas protegidas. Na escola, os colegas chamam-lhe «o herói». Mas ele não se sente herói. «Sinto-me culpado por não ter mostrado antes», confessou à psicóloga infantil que o acompanha.

«Se eu tivesse mostrado em março, talvez a minha mãe ainda estivesse viva.»

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O caso explodiu nos media. #ProvasDoTomás foi trending mundial durante 48 horas. A Procuradora-Geral da República, Lucília Gago, anunciou ontem que o Ministério Público vai pedir a pena máxima (25 anos) e a perda definitiva da patria potestade.

A GNR, em comunicado vergonhoso, suspendeu João Gravato «por tempo indeterminado», mas recusou-se a abrir inquérito interno à conivência de colegas que, durante anos, ignoraram denúncias de Susana. «Eles eram amigos dele. Dizia que era exagero de mulher histérica», revelou uma vizinha.

Ontem à noite, milhares de pessoas concentraram-se à porta do tribunal de Santarém com velas e cartazes: «Obrigada, Tomás. A tua coragem salvou outras mulheres.» Uma mulher de 34 anos, vítima antiga de João Gravato, veio a público: «Ele ameaçava-me da mesma forma. Eu fugi em 2016.

Susana não teve tempo.»

João Gravato, na prisão de alta segurança de Monsanto, mantém o silêncio. O advogado, o mediático Miguel Matias, tentou descredibilizar o menino: «Uma criança de 12 anos manipulada pela família da vítima.» Resposta do juiz de instrução: «Os vídeos falam por si.

São a prova mais cruel que já vi em 30 anos de carreira.»

Tomás não quer fama. Quer apenas uma coisa: que na campa da mãe, em Almeirim, ponham uma placa nova. Já escreveu o texto que quer ver gravado no mármore:

«Mãe, mostrei ao mundo. Agora podes descansar.»

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