Segundo Musk, vários astronautas a bordo da espaçonave Starliner, que recentemente ficou presa em uma missão, desapareceram em circunstâncias ainda inexplicáveis. Fontes sugerem que a comunicação com a espaçonave foi repentinamente perdida e que várias tentativas de resgate falharam. O mais assustador: não houve sinais de socorro, nenhum destroço, nada.
Foi como se a tripulação simplesmente tivesse desaparecido no vazio.

A declaração bombástica de Elon Musk, divulgada em um post no X na noite de 26 de novembro de 2025, abalou o mundo da exploração espacial.
O bilionário sul-africano, CEO da SpaceX e conselheiro sênior do presidente Donald Trump, alegou que a nave Boeing Starliner, lançada em uma missão de teste tripulada para a Estação Espacial Internacional (ISS), sofreu um evento inexplicável.
De acordo com Musk, os quatro astronautas a bordo – dois da NASA e dois engenheiros da Boeing – sumiram sem deixar rastros, apenas 72 horas após o descolamento da base de Cape Canaveral, na Flórida.
A missão Starliner-1, originalmente planejada para durar oito dias, já enfrentava atrasos crônicos devido a vazamentos de hélio e falhas nos propulsores, problemas que forçaram o retorno vazio da nave em setembro de 2024.
Mas desta vez, a narrativa oficial da NASA – que nega qualquer perda de contato – colide frontalmente com as palavras de Musk. “Os dados são reais, os sinais são reais…
e a tripulação não está mais conosco de nenhuma forma que possamos compreender”, tuitou ele, anexando um gráfico criptografado de telemetria que mostra picos de energia anômalos. O post, visualizado por mais de 150 milhões de usuários em poucas horas, gerou pânico global e uma enxurrada de teorias conspiratórias.
Cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Roscosmos russa entraram em cena imediatamente, convocando uma reunião de emergência virtual. Fontes internas revelam que, às 14h37 UTC do dia 25 de novembro, a comunicação com a Starliner cessou abruptamente durante uma manobra de correção orbital.
Tentativas de reacender os sistemas via comandos remotos falharam, e satélites espiões da SpaceX detectaram uma “bolha de interferência quântica” ao redor da nave, um fenômeno nunca registrado antes.
Engenheiros da Boeing, em choque, especulam sobre uma falha catastrófica no sistema de propulsão VASIMR, mas Musk descarta isso: “Não foi mecânico. Foi algo… além”.
O detalhe mais perturbador, segundo o CEO da Tesla, veio da última transmissão de dados: quedas repentinas na gravidade simulada, leituras de energia que desafiam as leis da termodinâmica e um áudio fragmentado de 17 segundos.
Nele, vozes ecoam – humanas, mas distorcidas, como se faladas debaixo d’água, murmurando coordenadas estelares e frases como “a fenda se abre”. Áudioforenses da Universidade de Stanford analisaram o arquivo vazado e confirmam: não há edição digital, mas as frequências sugerem uma origem extradimensional.
Agências como a FAA e a FCC bloquearam a disseminação, mas cópias já circulam na deep web.

Enquanto isso, o público brasileiro, fascinado por mistérios espaciais desde o caso Varginha de 1996, explodiu em fóruns como o Reddit e o Telegram. Grupos como “OVNIs Brasil” cresceram 300% em um dia, com usuários compartilhando simulações em 3D da suposta “fenda no espaço-tempo”.
Um astrônomo amador de São Paulo, Dr. Rafael Lima, postou um vídeo analisando o gráfico de Musk: “Isso não é falha técnica. Parece uma singularidade artificial, como se a nave tivesse escorregado para um buraco de minhoca instável”.
A especulação ganhou tração quando um ex-funcionário da Boeing, anônimo, alegou que testes de propulsão warp em segredo estavam em andamento, financiados por fundos negros do Pentágono.
Musk, conhecido por suas provocações, não parou por aí. Em uma live no X Spaces com 2 milhões de ouvintes, ele dobrou a aposta: “A humanidade precisa entender que o espaço é muito mais perigoso – e muito mais estranho – do que jamais imaginamos.
Não é especulação; é o que os dados mostram”. Ele insinuou que a SpaceX já havia detectado “entidades não identificadas” em missões anteriores da Starship, mas foi silenciado por cláusulas de confidencialidade.
Críticos, como o jornalista espacial Christian Davenport do Washington Post, acusam Musk de sensacionalismo para desviar atenção dos próprios atrasos da Starship, mas o timing – logo após o corte de contratos da NASA com a Boeing – alimenta suspeitas de sabotagem corporativa.
No Brasil, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) emitiu um comunicado cauteloso, afirmando que monitora o caso via telescópios em Alcântara. Moradores do Nordeste relatam avistamentos de luzes piscantes no céu desde o dia 25, coincidindo com o horário da perda de sinal.
Um pescador de Fortaleza jurou ter visto “uma estrela se dobrando como papel”, e vídeos amadores viralizaram no TikTok, acumulando 50 milhões de views. Especialistas em ufologia, como o ufólogo A. J. Gevaerd, conectam o incidente a padrões globais: “É o Roswell moderno, mas em órbita.
Extraterrestres? Ou dimensões paralelas? O que quer que seja, a Starliner tropeçou em algo que não deveríamos tocar”.
A NASA, pressionada, convocou uma conferência de imprensa para 27 de novembro em Houston. O administrador Bill Nelson negou mortes confirmadas, mas admitiu “anomalias na telemetria que estamos investigando com parceiros internacionais”.
Atrás das cortinas, rumores apontam para uma operação conjunta com a SpaceX para lançar uma sonda de resgate na Crew Dragon-11, programada para dezembro. No entanto, engenheiros sussurram que qualquer aproximação pode agravar o “vazio quântico”, arriscando mais desaparecimentos.
A Boeing, em crise financeira, viu suas ações despencarem 18% em Wall Street, com investidores fugindo para rivais como a Blue Origin de Jeff Bezos.

Teorias da conspiração florescem como cogumelos após a chuva. No 4chan e no X, usuários especulam sobre um “experimento ET” autorizado por Trump, com a Starliner como isca para contato alienígena.
Outros falam de fendas espaço-temporais causadas por testes de antimatéria, ecoando o incidente do acelerador de partículas LHC em 2012. Um thread popular no Reddit, com 1,2 milhão de upvotes, sugere que as vozes no áudio são ecos de astronautas de missões perdidas, como o Apolo 19 nunca lançado.
Até celebridades brasileiras, como o ator Rodrigo Santoro, tuitaram: “O espaço nos engole. Hora de repensar nossas ambições cósmicas”.
O impacto psicológico é profundo. Famílias dos astronautas – incluindo a esposa de Butch Wilmore, uma engenheira da Lockheed Martin – fizeram apelos emocionantes na CNN, implorando por transparência. Crianças em escolas de Orlando desenham naves fantasmas, e terapeutas relatam um pico de ansiedade espacial entre jovens sonhadores de Marte.
No Brasil, o Ministério da Ciência e Tecnologia anunciou um fórum nacional sobre “riscos além da órbita”, convidando Musk para uma palestra virtual em Brasília.
Críticos veem nisso como oportunismo, mas o debate reacende o orgulho nacional pela base de Alcântara, agora pivô em negociações com a SpaceX para lançamentos conjuntos.
Enquanto o mundo espera respostas, o silêncio da Starliner ecoa como um grito abafado. Telescópios amadores captam flashes intermitentes na posição orbital da nave, mas sem sinal de vida. Musk, em outro post enigmático, citou Arthur C. Clarke: “Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia”.
Seria isso um aviso ou uma confissão? Agências como a SETI reativaram escâneras para “sinais não-humanos”, e o Pentágono elevou o alerta DEFCON para o espaço exterior.
No coração dessa tormenta, o Brasil observa com uma mistura de fascínio e temor. Nossas selvas já guardam segredos de visitas estelares; agora, o céu se junta ao mistério.
Se a tripulação da Starliner foi sugada para o desconhecido, que lição tiramos? Que o cosmos não perdoa hubris, e que cada lançamento é uma roleta russa com o infinito. Como disse um físico quântico anônimo: “Eles não desapareceram. Eles transcenderam.
E nós? Somos os deixados para trás, olhando para cima”.
A onda de medo online se transforma em fascínio coletivo. Petições no Change.org, com mais de 5 milhões de assinaturas, exigem uma investigação independente da ONU. Filmes como “Interestelar” voltam aos trending da Netflix, e podcasts brasileiros como “Universo Desconhecido” quebram recordes de audiência.
Musk, impassível, anuncia uma “atualização em 48 horas”, prometendo dados brutos da SpaceX. O mundo prende a respiração: será revelação ou encobrimento?
Em meio ao caos, uma nota de esperança surge de engenheiros da USP: simulações sugerem que a “bolha” pode ser reversível com pulsos de neutrinos. Mas o tempo urge. Se os astronautas estão à deriva em uma dimensão paralela, cada segundo os afasta mais.
O espaço, outrora sonho de unidade humana, revela-se um abismo de horrores. E Musk, o profeta moderno, nos lembra: “A fronteira final não é um convite. É um desafio mortal”.